quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

AULA 13/12/2013 Reflexão e Estudos de caso



9º AULA DO DIA 13/12/2013


No iniciou da aula foi feito uma dinâmica: TEIA DA ARANHA, a professora iniciou entregando o barbante a minha pessoa e falou um pouco da minha contribuição para suas aulas a dinâmica continuou com as outras graduandas e seguindo o mesmo ritmo. Foi uma dinâmica onde todas se emocionaram.
Logo após a educadora faz a divisão de grupos para os estudos de caso, pediu para cada grupo ter um nome o meu G1 foi PRAZERES DA VIDA.
O assunto do G1  falava de: dois meninos de 5e 4 anos;
“Junior de 5 anos diz pra Leo de 4 que um chupar o “pipi” do outro é normal porque o bebê fazem o mesmo com o peito da mamãe. O menor conta para o pai que desesperado procuro a professora da escola.”
Veio a pergunta: o que o G1 faria com essa situação?
O grupo conversou entre si  e discutiu que em primeiro lugar faria:
Conversaria com a criança explicando que aquele órgão não é o peito da mamãe ele serve para fazer xixi, conversando com cuidado para não constrangi a criança. Em seguida conversaria com os pais das crianças o que estava acontecendo que a criança estava em uma descoberta do próprio corpo e como educadora iria ficar de olho nos dois
È importante que antes desses diálogos acontecerem o professor investigue se tudo que aconteceu se é  verdade ou não já que nessa idade a criança esta numa fase de faz de conta e muitas vezes inventa histórias.
Pois pra os mais velhos seja safadeza pra criança é uma descoberta importante do seu eu  do seu corpo.

AULA 06/12/2013 + VIDEO CONTRA HOMOFOBIA



8º AULA  06/12/2013
Nesse dia a aula foi bastante informativa porque tratou de um tema que muitos se recusa  falar sobre o assunto e que esta na nossa direção a HOMOFOBIA que vem causando tristeza, desconfiança, medo e muitos preconceitos que gera violência verbal física e até mesmo a morte de pessoas que só querem ser diferentes. Pra visão de muitos preconceituosos é como se gays e lésbicas não tivessem direitos e deveres de ser feliz.
Existe pessoas que não revelam sua identidade porque tem medo de ser agredido (a) por simplesmente estarem numa sociedade preconceituosa.
Na escola deveria ser um espaço de orientação e discussão sobre o tema HOMOFOFIA com intuito de respeitar a identidade de cada ser humano e mostrar que todos têm direitos de ir e vir em qualquer lugar de cabeça erguida  garantido pela constituição
Os educadores precisam trabalhar esse tema com respeito trazendo as famílias para esse meio de discussão para não ser um trabalho (apenas na escola e só para alunos) mas sim envolvendo toda família para uma conscientização social respeitando religiões e etnias de cada um.
A escola é um lugar de orientar sobre os riscos das doenças sexualmente transmissíveis e que o uso de preservativo é importante para ter uma vida prolongada e saudável.
È essencial que  incentive  ao homossexuais   a procurara ajuda sempre que houver alguma ameaça, e fazer valer seus direitos.
Esse vídeo do Ministério da Educação contra a Homofobia mostra o medo de duas garotas de enfrentar o preconceito da sociedade mas que juntos venceram o medo. 

  TORPEDO
http://www.youtube.com/watch?v=338BHpvvSzw


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

7° AULA SEXUALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL



SEXUALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Acredito que a sexualidade Infantil é o inicio da descoberta do corpo em desenvolvimento tanto no  toque, do corpo no uso de pequena peças de roupas nas perguntas intimas de como foi gerado etc.   


A criança é um ser sensível  mas, muito curiosa e gostam de fazer perguntas que muitas vezes os pais não estão preparados para responder, cabe aos pais  responder apenas aquilo que a criança precisa saber no momento, não é necessário expor demais as respostas, nem deixar a criança com dúvidas  pois no passar dos anos a criança acabará descobrindo naturalmente o processo da sexualidade.


Pra essa aprendizagem acontecer é importante que o diálogo com a família exista porque essa união influencia no  desenvolvimento sexual criança. É a família que mais passa tempo com a criança e geralmente participa das primeiras descobertas sexual desses seres notáveis.


É importante que a família não se recue a esses descobrimentos porque a criança pode perguntar a outro adulto que não seja da família e isso pode ser mais curioso pra criança ou te mesmo prejudicial porque ela pode saber de mais e em muitos casos o desenvolvimento psicoemocional não está preparado para esse processo de desenvolvimento sexual.


Na minha  prática pedagógica vejo a sexualidade infantil como um processo de aceitação  e já de  um certo machismo com os meninos pois muitos dizem que a cor rosa é de menina e que a cor azul é de menino, vejo que essas crianças já trazem  um conhecimento familiar construído, cabe o educador trabalhar essa diversidade conhecimentos prévios transformar num processo ensino e aprendizagem. 

             

4° AULA /11/10/2013

De  inicio a professora ANA  apresentou  o plano de curso para toda as graduandas do curso da pedagogia turma 2010.1.
Em  seguida formalizamos como seria nossa avaliação semestral do componente curricular: EDUCAÇÃO E SEXUALIDADE QUE SERIA PORTFÓLIO, BLOGGER, DISCUSSÕES DAS AULAS, SÍNTESE, ETC.

A aula se encerrou com uma Dinâmica com a musica de JACKSON DO PANDEIRO
Zé da Paraiba
foi uma Dinâmica em que as participantes 
ficam em dupla  na, na medida que a música tocava 
as graduandas trabalhavam as partes  do corpo como:
mexiam as cabeças, troncos; membros superiores e inferiores.
Nessa dinâmica relaxei bastante o corpo e mente







AULA DO DIA 08/11/2013

  6ºAula do dia  08/11//2013 


Nesse dia a aula iniciou com uma Dinâmica de reflexão e movimento corporal.
Em seguida  a professora pediu para pegarmos um objeto na bolsa;
Eu peguei um uma cola branca lavável não tóxica e descrevi sobre ela:
A cola pra mim é uns dos meus recursos de trabalho, pois é com ela que eu todos os dias colo as atividades no caderno  dos meus alunos da educação infantil, e que naquele momento estava faltando  no meu local de trabalho e refletir o quanto ela era e é importante para  o desenvolvimento educacional das minhas crianças principalmente para colar e fazer  bolinhas de papel crepom isso faz com que a criança desenvolva as coordenações motoras.
Além dos alunos colarem pesquisas de recortes e colagem, a cola serve de brincadeiras para algumas crianças  pois, elas costumam colocar cola nas mãos e ficar abrindo e fechando as  percebendo-os que a cola gruda nas mãos  e as crianças  acham engraçado esses momentos.
Já no segundo momento da aula foi exposto  na sala os cartazes de propaganda dos bloggers de todas nós  graduandas  da turma 2010.1
A aula continuou com o slides  leitura e explicações e roda de conversa  sobre estagio do desenvolvimento segundo FREUD ;
FREUD explica o comportamento humano da homossexualidade entre outros.
Discutimos que cada um de nós nos identificamos  mais com os pais “as meninas geralmente com os pais já os meninos com as mães falamos um pouco sobre algumas fases tais como:
* FASE ORAL  quando  a criança depende totalmente dos pais;
* FASE FÁLICA    nessa fase a criança não tem preconceito e se identifica com gestor do mesmo sexo;
* FASE DE LATÊNCIA  nessa fase a criança  ver as diferenças  sexuais as descobertas corporais além de serem atraídas por  exportes;
*FASE GENITAL puberdade/ adulto é nessa fase que surge os impulsos sexuais  que é quando o corpo, a voz se modifica e as ações e sexuais;
A aula se encerra com orientação para  escolha de um tema  e elaboração de um texto para próxima aula.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

MITOS E TABUS DA SEXUALIDADE

5º AULA   01/11/2013

A aula iniciou com orientações para o portfólio e nos orientou que é o percurso de aprendizagem de todas as aulas realizadas em sala.

Em seguida exposição e discussão das pesquisas de MITOS e TABUS  da sexualidade.

 GRAVIDEZ  __   discutiu mito de que  a moça não podia beijar um rapaz ficaria grávida
E que ESPERMA derramado na perna  sem penetração podia ficar grávida;
 SERÁ que a mulher engravidar na lua cheia nasce mais menina.
Acredito que isso acontece ou não. 

MASTURBAÇÃO __Pra os olhares da sociedade é feio, pra uma criança pode ser a descoberta do seu corpo;
MITO de que a mulher fica impura quando se masturba

TAMANHO DO PÊNIS ___determina  o desejo sexual da mulher
discutimos que é mito pois depende dos parceiros o vale é o desejo de ser feliz e gostar do faz com o outro e para o outro

MITO DE QUE SEXO NA GRAVIDEZ FAZ MAL __ acreditamos que depende da gravidez  se ela for saudável pode ser bom pra gravidez;
Mas se for de risco é ter alguns cuidados

PÊNIS DOS NEGROS É MAIOR QUE DOS BRANCOS? ___ MITO! pois isso pode ser preconceito!

Foi uma aula muito participativa ativa onde a sala foi dividida em dois grandes grupos e todos contribuirão
 para o desenvolvimento de toda  aula inclusive eu.



2° AULA 18/10/2013

Ao ler o texto Conversando sobre sexualidade refleti que a sexualidade está dentro de nós, e  que vamos desenvolvendo e descobrindo com o passar do tempo.

            Acredito que o medo da sexualidade ainda está penetrado em muitos de nós  porque temos medo de nos arriscar de ser feliz .

            Acredito que na sexualidade tem que ter respeito, amor dedicação, sentimento paciência e atitude, além de pensar no outro como ser humano e viver sem medo de ser FELIZ.
 
CONVERSANDO SOBRE SEXUALIDADE




 A sexualidade é algo que vamos aprendendo e experimentando durante toda a vida. Aprendendo? Pois é, diferente do que muita gente pensa, a sexualidade não é um processo biológico, que só tem a ver com os órgãos sexuais e os hormônios. As sociedades e as pessoas vão formando sua compreensão e vivência da sexualidade ao longo do tempo. Os comportamentos, os desejos, as idéias são tanto individuais quanto sociais.
Como as pessoas e as sociedades mudam, a sexualidade também muda. Até pouco tempo atrás se pensava que as mulheres não sentiam desejo sexual e só transavam para engravidar e satisfazer seu marido. Já os homens podiam transar quando quisessem , com quem quisessem e quanto mais cedo começassem, melhor!
Muita coisa mudou, mas ainda há muito preconceito. Se não, como explicar o fato de que as mulheres, jovens ou adultas, sejam chamadas de "galinhas" quando ficam com muitos rapazes ou se já tiveram muitos namorados? Em que elas são diferentes dos homens, que têm muito mais liberdade e se relacionam com quem quiserem?
E as discriminações que os gays e lésbicas sofrem todos os dias? Não podem namorar na frente de ninguém e nem mesmo apresentar para suas famílias as pessoas por quem estão apaixonados/as! Tudo isso é muito injusto e causa sofrimento. E é por isso que as pessoas, principalmente as mais jovens, terminam por pensar e viver a sexualidade como se fosse uma coisa feia, misteriosa, cheia de proibições e medos, quando deveria ser uma experiência boa, que dá alegria e prazer.
Muitas pessoas acreditam que a sexualidade é uma necessidade física, como comer, beber água, fazer xixi. Um instinto, como se diz por aí. Mas, se vocês pensarem bem nas suas próprias experiências, num instante vão descobrir que é bem diferente, não é?
Para o desejo acontecer não basta apenas a ação dos hormônios, mesmo eles sendo muito fortes na adolescência.
O fundamental é que a pessoa se sinta estimulada e aí pode ser uma lembrança, uma imagem, um toque, um cheiro, uma música e tantas outras coisas...
Têm momentos da vida em que o tesão fica mais forte, em outros ele nem aparece, e isso é completamente normal.
Afinal, a vida de todo mundo é repleta de muitos acontecimentos, bons e maus, e isso se reflete na sexualidade.
Os afetos também são muito importantes. Gostar de alguém, ter carinho, amizade, respeito, confiança levam as pessoas a querer ficar juntas, se conhecer, se tocar, ter prazer uma com a outra.
Além disso, na vivência da sexualidade também entra o pensamento, não é só emoção; a razão funciona o tempo todo e é o que faz as pessoas escolherem o momento, o/a parceiro/a, o que se quer, ou não, experimentar.
Também é muito comum se pensar que sexualidade é apenas transar, ou seja, algo que acontece entre duas pessoas, jovens ou adultas, onde tem que haver contato entre os órgãos genitais e penetração do pênis na vagina.
 Esta é uma forma muito antiga de se pensar na sexualidade e está ligada à idéia de que transar tem a ver só com reprodução, com engravidar e ter filhos/as. Mas reproduzir é apenas uma das coisas que pode acontecer quando as pessoas mantêm relações sexuais, só que não é a única.
Uma experiência sexual legal e gostosa oferece muitas outras possibilidades. Pode ser realizada sozinho/a ou com outra pessoa. Beijar, abraçar, acariciar, cheirar, tocar, lembrar, imaginar, podem dar muito prazer e alegria, não é verdade?
É possível experimentar várias coisas com o próprio corpo e com o das outras pessoas, só não vale quando provoca sensações desagradáveis, dor, angústia, medo nas pessoas envolvidas, ou quando um dos dois não está a fim.
Na vivência sexual não se pode nunca obrigar alguém a fazer o que não está com vontade, nem permitir que os outros façam isto com você. É um direito de todas as pessoas não se submeterem a atos que não desejam. 
Infelizmente ainda é muito comum que os rapazes queiram transar com as namoradas dizendo que assim elas estão lhe dando “uma prova de amor”. Isto é um grande absurdo, pois transar com quem se gosta pode ser ato de amor, paixão, carinho, respeito, mas nunca pode ser “prova” de nada. Fazer sexo é uma experiência maravilhosa, que deve ser compartilhada e desejada pelas pessoas que estão envolvidas, não deve ser jamais uma obrigação, um constrangimento e muito menos um ato de violência.

E.mail:SOS@soscorpo.org.br